Hoje pensei em você. Mais, bem mais que nos outros dias. Sabe quando você tem a sensação de estar caindo, caindo, mas não chega a lugar algum? É assim que eu me sinto quanto você invade minha mente. Bem, na verdade você não invade, você não faz nada, aliás, você nunca fez nada. Eu que por consequencia de você, não te deixo sair de mim.
Indescritivelmente exato, instintivamente ao contrário, contrariado por inteiro nas minhas tentativas. É você, que ontem, e anteontem e quase sempre aparece nos meus sonhos. E as vezes eu te beijo e as vezes me vingo, e meu bem.. quando em vingo, quase saio com triunfo, mas até na vingança é você o tempo inteiro.
Dá vontade de te transformar em poesia. Bom, poesia ou qualquer coisa que te torne mais bonito, mais real, mais presente, já que faz tanto tempo que não te vejo. Dá vontade de te ligar, de mandar uma mensagem com um "oi, olha o céu esta manhã", de me humilhar, tudo em nome de você. De cair de novo em tentação. Cair, cair, cair fora daqui. Seria exato. Não lembrar que você (..)
Que você me abraçou há semanas atrás e foi o ultimo abraço, que você me beijou com ternura e acariciou meus cabelos, e (...) nessas horas eu posso jurar que senti que você gostava de mim. Que tem uma música que me lembra você, como se nós tivéssemos sido "nós" um dia. Que abrir um bom vinho me lembra de você, que olhar o horóscopo me lembra você, que ao acordar eu tenho aquela vaga esperança de te encontrar do outro lado da cama.
Mas você nunca está lá.
Mas você nunca está lá.